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Base de conhecimento - Português

Este artigo faz parte da Série Domínio de Ferramentas, uma compilação de contribuições da Base de conhecimento para apresentar diversos exemplos de trabalho para as ferramentas do Designer. Aqui, exploraremos usos para a ferramenta RegEx, como parte de nosso percurso para dominar o Alteryx Designer:   A ferramenta RegEx é como o canivete suíço da análise no Alteryx; há muitas maneiras de utilizá-lo para fazer as coisas com mais rapidez ou eficácia, mas mesmo que você use apenas a lâmina, ele ainda é extremamente útil. Às vezes, isso é tudo de que você precisa, mas se você investir um tempo para descobrir como utilizar algumas outras ferramentas desse canivete, começará a perceber que não há muito que você não possa fazer com ele.   Antes e depois de utilizar a ferramenta RegEx.   RegEx: é boa para quê?   RegEx é uma abreviação do termo em inglês Regular Expression, e você pode pensar nela como se fosse um outro idioma. Ela utiliza símbolos como qualquer outro idioma, mas em expressões regulares esses símbolos são usados para fazer correspondência com sequências de letras, números ou caracteres em um texto. É uma linguagem para reconhecimento de padrões.   Humanos são muito bons nesse tipo de coisa - digamos que eu mostre a você este bloco de texto:   3345 Michelson Drive, Suite 400, Irvine, CA 92612 12303 Airport Way, Suite 250, Broomfield, CO 80021 Two North Riverside Plaza, Suite 1430, Chicago, IL 60606   Você não teria dificuldades para me dizer que esses são endereços, nem qual parte é um número de rua ou um nome de cidade. Mas um computador só enxergaria um bloco de texto e não verificaria se possui endereços ou não. A RegEx é uma maneira de "reconhecer" dados úteis em um texto. Vamos "traduzir" isso para uma versão RegEx:   3345 ^/d+  O ^ significa o começo de uma linha em RegEx, então é uma boa prática incluí-lo no seu padrão inicial. Aqui, nosso padrão é /d, que significa "qualquer caractere numérico" (0-9). O + significa que queremos fazer correspondência com a expressão anterior uma ou mais vezes. Como a primeira parte do endereço é um número de rua, isso nos permite ter um número de qualquer tamanho. Michelson Drive [^/d]+ Para fazer correspondência com a rua, temos que permitir que nossa expressão pegue várias palavras de caracteres, incluindo qualquer número de espaços, já que nomes de ruas geralmente têm mais de uma palavra. Uma maneira de fazer essa correspondência é por meio do que não esperamos encontrar, usando [^...]. Essa notação de agrupamento corresponde a "qualquer caractere não listado aqui". Ao fim, significa fazer correspondência uma ou mais vezes com qualquer caractere que não seja um número. Suite 400 .* A próxima parte de um endereço é o número de apartamento/sala comercial, que pode ou não estar presente, e pode potencialmente assumir várias convenções de nomenclatura. Para definir uma expressão flexível que corresponda a qualquer coisa que estiver ali, podemos usar um . para corresponder a "qualquer caractere". O * significa que podemos fazer correspondência a qualquer caractere zero ou mais vezes. Irvine [^/d]+ Novamente, isso significa apenas "qualquer caractere que não seja um número".  CA /u{2} Para fazer correspondência ao estado, podemos utilizar /u, que significa "qualquer letra maiúscula". Como se espera que a sigla do estado sempre seja uma sequência de duas letras, também podemos especificar o tamanho da correspondência utilizando {...} após nossa expressão ou "corresponder a quaisquer duas letras maiúsculas". 92612 /d{5}$ O código postal também será composto por 5 dígitos, portanto, podemos fazer algo semelhante para dizer "faça correspondência com cinco caracteres numéricos". Em seguida, podemos adicionar $ para dizer que esse deve ser o fim da linha atual.    Ferramentas básicas   Existe uma grande quantidade de símbolos que são utilizados para elaborar expressões RegEx, mas o Alteryx fornece uma boa "cola" na ferramenta para você.   Você não precisa muito mais do que isso para começar a usar a RegEx e, como normalmente é no Alteryx, você descobrirá que existem muitas maneiras de criar uma expressão que corresponda a um padrão. Portanto, não se preocupe muito com os detalhes e não tenha medo de passar algum tempo aprendendo com o bom e velho método de "tentativa e erro".   Não se preocupe, fui treinado com o método clássico.   Para guias mais completos sobre RegEx, consulte também o Guia Boost-Extended Format String Syntax, assim como o Guia de Sintaxe Perl RegEx.   O Alteryx estruturou a funcionalidade da RegEx em quatro métodos: Corresponder, Analisar, Substituir e Tokenizar. Nossa documentação de ajuda para esses métodos também é muito boa.   Corresponder   O método Corresponder simplesmente verifica se uma cadeia de caracteres pode ser descrita pela expressão regular fornecida e gera um Verdadeiro ou Falso. Vamos utilizar os elementos da expressão da tabela acima para fazer a correspondência com os nossos endereços. É possível criar uma expressão longa apenas juntando esses elementos e incluindo espaços /s e vírgulas , onde quer que apareçam.     Os dois primeiros endereços correspondem bem utilizando essa expressão, mas o terceiro se desvia do que esperávamos ver e falha. Devido a uma regra obscura sobre edifícios que compartilham um nome com seus endereços, o número da rua está escrito por extenso e nossa expressão regular é incapaz de fazer a correspondência.   A chave para escrever uma boa RegEx é prever essas exceções em seus dados e levá-las em conta dentro da expressão. Para corresponder ao número por extenso, "Two", nesse endereço, vamos colocar outra expressão para verificar se ela falhará ao tentar fazer a correspondência. A maioria dos endereços nos Estados Unidos começa com caracteres numéricos, mas, se não começarem, esta expressão procurará por uma palavra. Veja como fica:   (?:^/d+)|(?:^/w+)   Isso é muito mais simples do que parece e, na verdade, apenas dois símbolos de RegEx adicionais são utilizados. O símbolo de barra vertical I significa "ou". Por exemplo, a|b verificaria apenas se a faz correspondência e, se não fizer, se b faz. O segundo símbolo é (?:...), também conhecido como grupo não marcado. É apenas uma maneira de agrupar esses elementos para a operação ou.       Em resumo, este primeiro grupo (?:^/d+) está apenas fazendo a mesma coisa de antes, mas, quando ele falha, a expressão tenta fazer correspondência usando o segundo grupo (?:^/w+). Isso nos permite fazer a correspondência com a versão por extenso do nosso endereço acima sem problemas.   Para saber mais sobre Corresponder: Esta postagem excelente por Adam Riley no blog Chaos Reigns Within. Tutorial: como começar a usar expressões regulares A função Regex_Match para a ferramenta Fórmula. Crédito extra: existem muitas maneiras de estruturar a RegEx; comente abaixo com uma alternativa melhor para (?:^/d+)|(?:^/w+). Por que ela é melhor?   Analisar   O método Corresponder é bom porque você pode usá-lo para validação, mas no método Analisar é realmente quando a RegEx brilha, permitindo que você extraia informações úteis de um bloco de texto. A ferramenta RegEx torna isso fácil - tudo o que precisamos é colocar parênteses (...) em torno de cada coisa que queremos extrair. São os chamados grupos marcados - a contrapartida para os nossos grupos não marcados acima (?:...).     À medida que os parênteses são digitados, eles aparecem em uma janela de campos de saída semelhante à ferramenta Selecionar, o que permite renomear os campos e alterar os tipos de dados.   Para saber mais sobre Analisar: Parte 2 do artigo RegEx e Alteryx, de Adam Riley.   Substituir   Como é possível constatar, o método Analisar é realmente apenas uma extensão do método Corresponder que nos permite extrair o texto e colocá-lo em uma nova coluna. Bem, o que acontece quando estendemos esse conceito e nos perguntamos: "Como posso colocar as coisas de volta?" É aí que entra o método Substituir.   Com Substituir, podemos analisar componentes de nossa cadeia de caracteres, substituí-los e até reorganizá-los. Podemos fazer isso especificando grupos marcados para indicar à ferramenta RegEx o que substituir e onde, em uma linguagem que qualquer um possa entender...     A preguiça de terno está absolutamente certa, é claro, podemos usar símbolos de dólar $ juntamente com números para especificar exatamente cada grupo marcado. Por exemplo, $1, $2, e $3 se referem ao primeiro, segundo, e terceiro grupos marcados, respectivamente. Então, para a nossa lista de endereços, se quiséssemos apenas analisar uma lista de cidades e estados, poderíamos digitar a expressão $4, $5.     Observe que conseguimos adicionar nossa própria vírgula ali, e também um espaço, simplesmente digitando-os na caixa de texto. O método Substituir é bastante flexível e você também pode utilizá-lo na ferramenta Fórmula com a função Regex_Replace.   Para saber mais sobre Substituir: Converter uma cadeia de caracteres com um símbolo $ em um número Eliminar zeros à esquerda Parte 3 do artigo RegEx e Alteryx, de Adam Riley. Como remover números: RegEx ao resgate Configure um fluxo de trabalho para utilizar uma ferramenta de Interface Árvore Web scraping com o Alteryx   Tokenizar   A RegEx é muito eficaz quando as coisas nos são dadas em uma lista bonita e organizada, mas o que acontece se todos esses endereços fossem despejados sem a menor cerimônia por alguma chamada de API ou base de dados como um único bloco de texto?   3345 Michelson Drive, Suite 400, Irvine, CA 92612,12303 Airport Way, Suite 250, Broomfield, CO 80021,Two North Riverside Plaza, Suite 1430, Chicago, IL 60606   Bem, isso não é muito útil - está tudo delimitado por vírgula, mas não existe uma maneira fácil de saber quando um endereço termina e outro começa. O que precisamos aqui é do método Tokenizar, que vai pegar esse texto e dividi-lo em colunas ou linhas, de maneira muito semelhante à ferramenta Texto para colunas. Existem duas diferenças importantes que definem o Tokenizar da RegEx: Em vez de fazer a correspondência com o que você não quer (como uma vírgula), você faz correspondência com o que você quer (todo o resto). Você tem a opção de escolher o que é dividido e o que é ignorado utilizando um grupo marcado.  Isso pode parecer confuso, mas na verdade dá muito mais flexibilidade sobre onde/como você divide seus dados. Para ilustrar, vamos dividir nosso texto de endereços em várias linhas, utilizando a vírgula como nosso delimitador.     Como temos que fazer correspondência com tudo o que queremos, precisamos utilizar a expressão (.+?)(?:,|$). Vamos examiná-la em partes: .+ significa qualquer caractere . que faça correspondência uma ou mais vezes + ? é como dizemos que esta correspondência deve ser preguiçosa em vez de ambiciosa. Essa é uma distinção bastante útil, que pode ser um pouco difícil de entender no início, mas, para os propósitos deste curso rápido, vamos nos concentrar apenas no que ? significa: faça a correspondência do que quer que seja antes de zero vezes (ou seja, não faça) ou antes de exatamente uma vez. O sinal de mais + é, na verdade, o oposto: é um símbolo ambicioso, portanto, o caractere anterior . tentará fazer correspondência uma ou mais vezes. Então, o que significa quando dizemos para algo ambicioso ser preguiçoso? Bem, na verdade, isso modifica o quanto ele pode ser ambicioso, forçando-o a olhar para a próxima correspondência. Então, o que .+? realmente significa é: "faça a correspondência a um caractere uma ou mais vezes até que você possa corresponder ao que vem a seguir". O que vem a seguir é um grupo não marcado (?:,|$) que essencialmente funciona como uma placa de PARE para o (.+?) anterior. Como não está no grupo marcado, não estará presente no resultado. Está apenas em um grupo não marcado, para que solicitemos que procure ou por uma vírgula , ou pelo fim da linha $ no final do texto. Ufa - quanta informação! Fique a vontade para aproveitar esta oportunidade para alongar-se, dar uma caminhada ou meditar.     Obviamente, a ferramenta Texto para colunas pode dividir usando uma vírgula de maneira mais fácil do que o apresentado acima, ma s a flexibilidade de Tokenizar vem à tona quando tentamos fazer algo um pouco mais útil. Por exemplo, podemos usar esse método para dividir aquele bloco de informações de endereço nos três endereços originais.     Nesse caso, estamos apenas utilizando a última expressão correspondente ao código postal /d{5} para marcar onde cada correspondência termina. Como mencionado acima, sabemos que cada linha terminará ou com uma vírgula, ou com o fim da linha, e podemos usar aqui (?:,|$) para dividi-las com sucesso. No exemplo acima, optei por mostrar a capacidade de ? fazer correspondência zero ou uma vez para substituir isso - para que possamos dividir em uma "vírgula opcional" após a correspondência com o grupo marcado.   Para saber mais sobre Tokenizar: Parte 3 do artigo RegEx e Alteryx, de Adam Riley, e uma resposta do blog Engine Works, do cofundador da Alteryx, Ned Harding. Crédito extra: o ,? não funcionará no caso anterior, dividindo apenas por vírgula - (.+?),? em vez de (.+?)(?:,|$). Por quê? Comente abaixo com uma explicação para glória eterna e o direito de se vangloriar.     A esta altura, você já aprendeu a ponto de ter a proficiência de um especialista na ferramenta RegEx! Se puder pensar em um caso de uso que deixamos de fora, não hesite em usar a seção de comentários abaixo! Você já se considera um mestre das ferramentas? Entre em contato conosco pelo e-mail community@alteryx.com caso queira que seus usos criativos para ferramentas sejam exibidos na Série Domínio de Ferramentas.   Fique atento às nossas publicações mais recentes de Tool Tuesday toda terça-feira seguindo a Alteryx no Twitter! Se quiser dominar todas as ferramentas do Designer, inscreva-se para receber notificações por e-mail.
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Recebemos muitas perguntas sobre como encadear fluxos de trabalho corretamente. Temos algumas opções que dependem do tipo de Alteryx que você está utilizando.   Se tiver apenas o Designer, suas opções são as Macros de grupo, encontradas no Community. Não fornecemos nenhum link porque as ferramentas são atualizadas. Utilize a pesquisa do Community para encontrar as Macros de grupo mais recentes.   No conjunto de Macros de grupo, as ferramentas que você vai utilizar são as ferramentas Executor. Você pode encontrar uma descrição das ferramentas em ferramentas Executor.     Observação: será necessário criar outro fluxo de trabalho utilizando essas macros para executar os fluxos de trabalho.   Se tiver o Designer com Agendador ou o Alteryx Server, você pode usar as Macros de grupo no Agendador, mas elas não podem ser usadas no Gallery. Você tem outras opções que permitem não ter que criar outro fluxo de trabalho usando as ferramentas Executor e usar o fluxo de trabalho no Gallery ou no Agendador.   Se você tem o Agendador ou o Server, você tem acesso ao comando de mecanismo Alteryx (Alteryx Engine). Isso permite que o Alteryx execute fluxos de trabalho por meio da linha de comando para executar fluxos de trabalho ou programas adicionais. Na maioria dos casos, o AlteryxEngineCmd.exe está localizado em C:/Program Files/Alteryx/bin/AlteryxEngineCmd.exe.   Ótimo, o que fazer agora?   Na janela de configuração do fluxo de trabalho, você tem uma guia chamada Eventos. Nessa guia, é possível adicionar um evento Executar Comando. Você pode optar por executar o comando como:       Em Comando: navegue até o seu AlteryxEngineCmd.exe ou digite o local, por exemplo, C:/Program Files/Alteryx/bin/AlteryxEngineCmd.exe   Em Argumentos de comando [Opcional]: adicione o local do segundo fluxo de trabalho junto com o nome do fluxo de trabalho e o tipo de arquivo. Exemplo: "C:/temp/NHL2.YXMD"   MUITO IMPORTANTE: observe, no exemplo acima, que a cadeia de caracteres está entre aspas. O motivo é que o comando tem dificuldade com espaços nos caminhos de diretório. Ao colocar a sequência de caracteres entre aspas, estamos dizendo ao comando para essencialmente ignorar os espaços. Contudo, a prática recomendada é não ter espaços em seus caminhos de diretório ao utilizar esse comando.   Exemplo:     Observação: esse é um excelente método, mas pode ser complicado. Se você estiver executando outro processo de comando ou não tiver acesso de administrador às pastas, isso poderá causar problemas.    Existe ainda uma outra opção! Você pode transformar seus fluxos de trabalho em aplicativos para uso tanto no Gallery quanto no Agendador e executá-los consecutivamente.   Quando você arrasta uma Ferramenta de Interface para a tela, seu fluxo de trabalho será alterado automaticamente para um Aplicativo. Se não quiser utilizar uma ferramenta de Interface, ainda poderá alterar o fluxo de trabalho para um aplicativo para usar a opção de aplicativo encadeado. Após alterar o fluxo de trabalho para um aplicativo, é possível utilizar a janela Interface Designer para encadear os aplicativos.     Observação: ao criar fluxos de trabalho encadeados para serem usados no Agendador e no Gallery, os fluxos de trabalho e os Ativos para o fluxo de trabalho devem ser colocados no Server. Além disso, o Server deve ter acesso a todas as conexões de base de dados, diretórios de arquivos e arquivos de entrada.    Deseja saber mais sobre o Interface Designer? Interface Designer - Parte 1    Gostaria de programar fluxos de trabalho para serem executados consecutivamente? Confira este artigo - Agendar fluxos de trabalho utilizando o comando Executar evento
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Este artigo faz parte da Série Domínio de Ferramentas, uma compilação de contribuições da Base de conhecimento para apresentar diversos exemplos de trabalho para as ferramentas do Designer. Aqui, exploraremos usos para a ferramenta Fórmula de múltiplas linhas, como parte de nosso percurso para dominar o Alteryx Designer:   A ferramenta Fórmula de múltiplas linhas funciona de maneira muito semelhante à ferramenta Fórmula normal, mas inclui a capacidade de fazer referência a múltiplas linhas de dados em uma única expressão. Digamos, por exemplo, que alguém estivesse no andar térreo de uma casa e tivesse uma ferramenta Fórmula. Essa pessoa só poderia conversar com outras pessoas que também estivessem no térreo. Se ela tivessem uma ferramenta Fórmula de múltiplas linhas, também seria capaz de conversar com as pessoas no andar de cima, no sótão e no porão.       A ferramenta Fórmula de múltiplas linhas permite que o usuário atualize um campo existente ou crie um novo. Ambas as opções podem ser muito úteis, e há muitos casos de uso para cada uma. Os casos de uso descritos abaixo estão anexados no fluxo de trabalho da v11.0 Multi-Row.yxmd.     Atualizar campo existente   "Preenchendo" um campo: Muitas vezes, os dados podem ser organizados de maneira a ficar com uma aparência agradável no Excel, mas que não é realista para se trabalhar no Alteryx. Nesses casos, a melhor opção é "preencher" colunas com valores ausentes.      No caso acima, apenas a primeira pessoa de cada família tem seu sobrenome preenchido. Portanto, gostaríamos de modificar esse campo de sobrenomes, "Family", onde ele apresenta Null(). Isso pode ser realizado com facilidade da seguinte maneira:     Para trazer variáveis e funções de forma fácil para a caixa de expressão, basta clicar duas vezes sobre elas dentro da guia correspondente em Configuração.   Criar novo campo: Crie um identificador exclusivo para cada pessoa no grupo: Agora que os dados estão limpos, queremos adicionar um ID exclusivo para cada pessoa de acordo com a família a que pertence. Para isso, vamos configurar a ferramenta Fórmula de múltiplas linhas da seguinte maneira:     Ao criar um novo campo, o usuário pode selecionar de que tipo será. Aqui, Int 16 foi escolhido. Observe que estamos agrupando por "Family", pois queremos que o ID seja exclusivo para cada sobrenome, mas ele pode começar de novo com sobrenomes diferentes. Esse novo campo "ID" pode ser utilizado mais tarde como um identificador com ferramentas como Filtrar, Sumarizar e outras.     Faça cálculos: O que seria de uma ferramenta de múltiplas linhas sem a capacidade de fazer referência a mais do que apenas as linhas diretamente antes ou diretamente depois dela? Ao alterar o valor em Número de linhas na Configuração, é possível aumentar o número de linhas que você pode utilizar em suas expressões.   Neste exemplo, aumentamos o número de linhas para 2. Observe como agora há mais variáveis para selecionar na seção central da Configuração. Porque queremos o total acumulado por sobrenome, agrupamos novamente pelo campo "Family".     Esse método pode ser estendido para gerar totais acumulados em vários cenários diferentes, incluindo vendas monetárias, contagens de itens e muito mais.      Agora, queremos calcular o valor médio de tempo total de tela ("Total Screen Time") por família. Nesta caixa de expressão da ferramenta Fórmula de múltiplas linhas, usando a função "average" para calcular a média, escrevemos:    iif([ID]=3,average([Row-2:Total Screen Time],[Row-1:Total Screen Time],[Total Screen Time]),iif([ID]=2,average([Row-1:Total Screen Time],[Total Screen Time],[Row+1:Total Screen Time]),average([Row+2:Total Screen Time],[Row+1:Total Screen Time],[Total Screen Time])))   Isso verifica o valor de ID de cada linha e personaliza a fórmula para gerar uma média utilizando as linhas corretas.      Diferença do anterior: A última configuração para essa ferramenta, de que ainda não tratamos, é o menu suspenso Valores para linhas que não existem. Isso indica ao Alteryx o que utilizar quando uma fórmula precisar do valor de uma linha que não existe (daí o nome do menu suspenso). Isso aconteceria, por exemplo, ao calcular um valor para a primeira linha de dados quando a expressão contiver uma variável Linha -1 [Row-1]. O usuário pode escolher o valor da linha inexistente.   Neste exemplo, a linha que não existe é definida para a linha válida mais próxima. Dessa forma, quando a fórmula tenta utilizar [Row -1: Total Screen Time] na linha 1 e percebe que ela não existe, a fórmula usa o valor da linha 1. Isso resulta na diferença de 0 que você vê na saída (figura mais abaixo).       Uma ferramenta Ordenar foi colocada antes dessa ferramenta Fórmula de múltiplas linhas para classificar o tempo total de tela em ordem decrescente. A fórmula acima criou um campo que é a diferença entre o tempo total de tela da linha atual e o tempo total de tela da linha anterior. Isso facilita a visualização de quanto tempo de tela a mais cada pessoa precisa para alcançar a pessoa à sua frente.     Muitas vezes a ferramenta Fórmula de múltiplas linhas é utilizada em combinação com a ferramenta Tabela de referência cruzada. Isso é particularmente útil se você estiver tentando transformar algumas colunas de dados em uma tabela. Um membro do Alteryx Community teve exatamente esse problema e conseguiu resolvê-lo nesta postagem.   A ferramenta Fórmula de múltiplas linhas só pode atualizar um campo por instância de ferramenta. Se desejar atualizar vários campos (e se sentir confortável usando a ferramenta Fórmula de múltiplas linhas e a ferramenta Fórmula de múltiplos campos), experimente esta macro que foi postada no Alteryx Gallery público.   A esta altura, você já aprendeu a ponto de ter a proficiência de um especialista na ferramenta Fórmula de múltiplas linhas! Se puder pensar em um caso de uso que deixamos de fora, não hesite em usar a seção de comentários abaixo! Você já se considera um mestre das ferramentas? Entre em contato conosco pelo e-mail community@alteryx.com caso queira que seus usos criativos para ferramentas sejam exibidos na Série Domínio de Ferramentas.   Fique atento às nossas publicações mais recentes de #ToolTuesday toda terça-feira seguindo a @alteryx no Twitter! Se quiser dominar todas as ferramentas do Designer, inscreva-se para receber notificações por e-mail.
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Um grande componente da combinação de dados é a aplicação de processos matemáticos ou transformacionais a subconjuntos de dados.  Geralmente, isso exige isolar os dados que estão em conformidade com determinados critérios que você definiu:   "Só quero sinalizar as SKUs para produtos cujo custo for inferior a 10 dólares" “Clientes com idade entre 25-40 anos devem ser classificados como Grupo A, 41-65 anos como Grupo B e de mais de 66 anos como Grupo C” "Categorize transações como dia útil ou fim de semana" "Se um produto for Vermelho, renomeie para R (Red). Se for Azul, renomeie para B (Blue). Se for amarelo, para Y (Yellow). Se for Verde, para G (Green). Caso contrário, renomeie para Outro (Other)" Alguma dessas situações lhe parece familiar? Se for assim, um bom ponto de partida para começar a transformar seus dados é com as funções condicionais da ferramenta Fórmula (Figura 1).  As funções condicionais criam expressões que permitem aplicar processos aos dados que satisfizerem as condições definidas por você.     Não importa se você vem do mundo do SQL, Excel, R ou outro programa de dados que esteja tornando sua vida mais difícil do que deveria ser, o conceito de Expressão condicional permanece o mesmo: se uma condição é ou não verdadeira, então aplique um processo ou resultado.  Caso contrário, aplique um processo ou resultado diferente.  Essa lógica pode ter o formato de um entre quatro tipos diferentes de expressões:   1) Uma instrução IF tradicional pode ser uma ferramenta poderosa para a transformação de dados. Estruturalmente, o Alteryx exige quatro cláusulas distintas para aplicar esse tipo de lógica aos dados:   IF uma condição (não) for verdadeira THEN aplique a Função A ELSE aplique a Função B ENDIF   Ou seja, SE uma condição for (ou não for) verdadeira, ENTÃO aplique uma função, SENÃO aplique uma outra função, FIM DA INSTRUÇÃO. Usando a primeira situação (SKUs e Preços) como exemplo, a instrução IF nos permite determinar quais produtos serão sinalizados para análise posterior:         2) Uma instrução IF aninhada permite que múltiplas condições sejam definidas, essencialmente formando uma cadeia de instruções lógicas, ou seja, usando instruções lógicas repetidas semelhantes em uma única instrução IF. Embora a documentação forneça um exemplo com três condições definidas, isso não representa, de forma alguma, um limite no número de critérios que podem ser definidos.  Contanto que a sintaxe correta seja utilizada, muitas outras condições podem ser definidas!   Considere a segunda situação (grupos de clientes por idade).  Ao continuar com a sintaxe correta, quatro grupos (A, B, C e Outros) são criados como resultado da instrução aninhada.  Ao trabalhar com instruções aninhadas, pode ser útil dividir cada cláusula em uma nova linha na Caixa de expressão, como mostra o exemplo abaixo.     3) Embora as instruções IF em linha (IIF) empreguem uma lógica semelhante às instruções IF, avaliando uma condição como "verdadeira" ou "falsa", elas diferem sintaticamente. As expressões IIF exigem três componentes, cada um separado por uma vírgula: uma expressão booleana para avaliar, o resultado “Verdadeiro” e o resultado “Falso”.  Os resultados Verdadeiro e Falso têm suporte não apenas para texto, mas também para operações matemáticas.  No caso da terceira situação, em que um registro só pode ser classificado como um de dois tipos (Dia útil ou Fim de semana), uma declaração IIF categoriza efetivamente os dados conforme uma lógica de teste que analisa se o valor da coluna dos dias [Day] não é sábado (Sat) ou domingo (Sun).  O resultado Verdadeiro dessa instrução retorna "Weekday" (dia útil); o resultado Falso, "Weekend" (fim de semana).          4) A função Switch da ferramenta Fórmula é excepcional! Ela é parte ferramenta Localizar e substituir, parte IF aninhada, parte instrução CASE do SQL... é super útil! Essa expressão avalia múltiplas condições para atribuir um resultado designado.  Se nenhuma condição for atendida, será definido um valor padrão (Value).  A função Switch oferece algumas vantagens sobre funcionalidades semelhantes no Alteryx.  Primeiro, ela garante grande parte da flexibilidade de uma instrução IF aninhada sem a necessidade repetir IFs, THENs, ELSEIFs... etc.     Segundo, ela pode cumprir uma função semelhante à da ferramenta Encontrar e substituir sem ter que criar uma segunda instância de todos os dados que você deseja localizar e os dados correspondentes usados para substituí-los.  Um método mais rápido e com menos chance para erros de digitação? Tô dentro!       Observação: os tipos de operadores que podem ser usados em uma expressão dependem do tipo de dados do campo de saída.  Se a saída for uma cadeia de caracteres (String ou outro tipo de texto), o resultado exige aspas (simples ou dupla) ao redor.  Observe como cada um dos nomes dos grupos 'A', 'B' ou 'C', por exemplo, está envolvido por aspas simples dentro da Caixa de expressão.  Campos numéricos, por outro lado, não exigem que o resultado seja escrito entre aspas.        *O fluxo de trabalho em anexo é compatível com o Alteryx Designer v10.0 e superior.      #
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Uma das melhores coisas no Alteryx é a capacidade de ler múltiplos arquivos de maneira muito fácil e combiná-los automaticamente em um único conjunto de dados. Isso fica um pouco mais complicado ao trabalhar com arquivos contendo diferentes esquemas ou arquivos do Excel com múltiplas guias. A capacidade de adicionar vários arquivos do Excel com múltiplas guias e de alterar o esquema dentro de cada guia coloca o Alteryx em outro patamar.   Se suas guias tiverem o mesmo esquema, o artigo para você está aqui.   A maneira de realizar essa tarefa se as guias tiverem (ou puderem ter) esquemas diferentes (os nomes do campos mudam dependendo da planilha) é utilizar macros aninhadas em lote. Anexei um fluxo de trabalho de amostra criado na versão 11.0 que demonstra o processo.     No fluxo de trabalho principal ilustrado acima, a entrada da ferramenta Diretório traz os caminhos de arquivo de todos os arquivos XLSX no diretório para o qual você está apontando (observe que você pode precisar redirecionar essa ferramenta do exemplo para um diretório em seu computador).     A maior parte da mágica acontece na macro mostrada acima. Essa macro usa o campo FullPath e atualiza a ferramenta Dados de entrada principal para ler o primeiro arquivo na lista da Entrada de diretório. Ela está configurada para ler a lista de nomes de planilhas dentro desse primeiro arquivo, mas também para gerar o caminho completo (Full Path) a partir da ferramenta Dados de entrada. Um novo campo é formatado na Fórmula para um caminho de arquivo completo aceitável para um arquivo de Excel, incluindo o nome da planilha desejada. Esse caminho final do arquivo é passado para a segunda macro como o parâmetro de controle.   A segunda macro é muito simples. Ela pega o caminho de arquivo recebido da primeira macro, atualiza a ferramenta Dados de entrada, lê o arquivo e depois o repassa para a primeira macro. Ela repete esse processo uma vez para cada planilha em cada um dos arquivos que estão sendo passados pela ferramenta Diretório.   Cada macro de lote armazena os dados até que cada lote seja concluído e combina todos em um grande conjunto de dados.   Observação: o amostra foi criada na versão 11.0 - não abrirá em versões anteriores.
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Pergunta Como removo os espaços em branco dos meus dados? Socorro! Resposta Existem algumas situações diferentes envolvendo espaços em branco, mas o esquema abaixo (da amostra da v10.6 em anexo, Remove Whitespace.yxmd) inclui todas elas:   A maioria das abordagens utiliza a função trim() da ferramenta Fórmula, que, sem um segundo argumento, tem como padrão cortar espaços em branco de sequências de caracteres. A partir da versão v10.5 do Designer também é possível utilizar a ferramenta Limpeza de dados para limpar seus campos! Aprenda aqui.
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Uma opção para enviar um arquivo para múltiplas planilhas ou guias dentro de um arquivo do Excel é utilizar a ferramenta Dados de Saída.   Neste exemplo, queremos criar múltiplas planilhas ou guias.  Teremos uma guia por cidade, para que todos os clientes de uma mesma cidade estejam em uma mesma planilha ou guia. Configure a ferramenta Dados de Saída para Alterar nome do arquivo/tabela e selecione o campo usado para dividir seu arquivo em Campo que contém o nome do arquivo ou parte do nome do arquivo. Para este exercício, o campo deve ser City16. A saída mostra uma planilha ou guia por cidade.   ATUALIZAÇÃO 08/12/2015:   De forma semelhante, se desejar ter planilhas nomeadas utilizando a ferramenta Renderizar do Alteryx para obter uma saída de Excel bem formatada com cores e outras funcionalidades de relatório do Alteryx, utilize a funcionalidade "Agrupar por" nas ferramentas de Geração de relatório, juntamente com a orientação Vertical com quebras de seção na ferramenta Layout ao final. Veja o exemplo em anexo (SheetNames.yxmd) criado na versão 10.0.
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Pergunta  Como posso saber se preciso utilizar uma ferramenta Junção ou uma ferramenta União?   Resposta Essa é uma pergunta bastante comum. Você tem dois conjuntos de dados e precisa combiná-los em um conjunto maior de dados, mas como fazer isso? O Alteryx tem duas ferramentas que facilitam muito isso, dependendo do que você está tentando realizar; a ferramenta Junção e a ferramenta União.   Então, qual é a diferença?   A ferramenta Junção torna seu arquivo mais largo, o que significa que ela adiciona campos aos seus dados ou combina suas entradas horizontalmente. Essa ferramenta deve ser utilizada quando se quer adicionar informações a registros existentes. Por exemplo, talvez você tenha uma lista de clientes com o ID das lojas em que eles compram e uma outra lista separada com as localizações das lojas. Se desejar adicionar as informações das lojas às informações dos clientes, é necessário fazer uma Junção baseada no campo de ID das lojas. Isso fará a correspondência, registro por registro, entre as lojas e seus clientes, para que seu arquivo de clientes contenha então as informações das lojas. Observe que, dependendo de como seus conjuntos de dados estão configurados, isso pode resultar em registros duplicados. Portanto, esteja preparado para verificar seus dados.   A ferramenta União torna seu arquivo mais longo, o que significa que ela adiciona registros aos seus dados ou combina suas entradas verticalmente. Essa ferramenta deve ser utilizada quando se quer empilhar dois arquivos, um em cima do outro. Por exemplo, talvez você tenha uma lista de clientes para cada região da sua organização comercial e queira um único arquivo mestre de clientes. Todos os seus arquivos de região têm exatamente os mesmos campos. A ferramenta União alinhará seus conjuntos de dados com base nos nomes dos campos (seja automaticamente ou manualmente caso haja pequenas variações) e gerará um arquivo mestre com todos os mesmos campos.   Dê uma olhada no exemplo em anexo (criado no Alteryx Designer 11.3), que demonstra a diferença!
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Suponha que o seu arquivo tenha múltiplas planilhas com a mesma estrutura e você queira ler várias planilhas ao mesmo tempo em seu módulo.  Sua primeira reação pode ser utilizar uma ferramenta Dados de entrada por planilha, seguidas de uma ferramenta União para juntar todos os dados.  Neste caso, a melhor opção é utilizar a ferramenta Entrada dinâmica. Neste exemplo, temos dados demográficos para 5 estados, em que os dados de cada estado estão em cada uma das cinco planilhas dentro de um arquivo do Excel.  Nesse cenário, gostaríamos de inserir os dados de apenas 3 das 5 planilhas (Alasca, Arizona e Califórnia). Podemos utilizar a ferramenta Entrada de texto para especificar os nomes das três planilhas (veja a imagem a seguir).  Em seguida, conectamos a uma ferramenta Entrada dinâmica, a qual configuramos para utilizar os nomes de planilhas que especificamos na ferramenta Entrada de texto, como um meio para atualizar o “Nome do arquivo/tabela” que a ferramenta Entrada dinâmica importará.         Configuração da ferramenta Entrada dinâmica Na configuração da ferramenta de entrada, navegue até o arquivo do Excel e selecione uma das planilhas ou guias; essa seleção servirá como espaço reservado.  Clique no botão de opção “Modificar consulta SQL” para a tabela ou consulta e, em seguida, no lado direito da janela de configuração, clique no botão suspenso “Adicionar” e selecione a opção “Substituir uma sequência de caracteres específica”.     A janela modular que é exibida deve conter a instrução : SELECIONAR * DE `Alabama$` em "Texto a ser substituído:" e o campo da sua ferramenta Entrada de texto deve preencher "Campo de substituição:"       Quando o módulo for executado, o texto 'Alabama$' será substituído pelos nomes das tabelas que foram especificados na ferramenta Entrada de texto. Agora, selecione o botão de opção para "Ler uma lista de fontes de dados". Na lista suspensa de seleção “Campo”, selecione o nome do campo que foi criado na ferramenta Entrada de texto (no qual os nomes das planilhas foram digitados) e defina a “Ação” para Alterar nome do arquivo/tabela. Após executar o módulo, você notará que os registros das três diferentes planilhas serão preenchidos na visualização de tabela do seu navegador.  Uma ótima opção para se aproveitar neste processo é a Opção 5 "Nome do arquivo de saída como campo", que permite anexar o caminho completo do arquivo ou o nome do arquivo como um campo para cada registro.  É uma excelente maneira de permitir que você agrupe e organize seus dados rapidamente em função da planilha da qual foram originados.
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Um dos excelentes recursos da ferramenta Dados de saída é a opção de obter o nome do arquivo ou da tabela (ou parte dele) com base em um campo. Isso permite que você anexe um sufixo ou um prefixo, altere o nome inteiro do arquivo ou o caminho completo do arquivo. Também é possível escolher entre manter ou não o campo na saída.   Um caso em que isso é extremamente útil é quando você tem um processo que é executado regularmente, mas não quer substituir o arquivo de saída toda vez. É possível utilizar a função datetimetoday() (funções de data e hora) para encontrar a data de hoje e, então, usar isso para atualizar o nome do arquivo.    Para arquivos do Excel, as coisas funcionam de maneira um pouco diferente por causa do formato do nome do arquivo como nomedoarquivo.xslx|||NomedaPlanilha.   A opção Alterar nome do arquivo/tabela atualizará o nome da planilha, não o nome do arquivo.   Para atualizar o nome do arquivo, é necessário selecionar a opção Alterar todo o caminho do arquivo. A montante, você terá que criar um campo que contenha todo o caminho do arquivo. Aqui está um exemplo de um caminho de arquivo completo que utiliza a data de hoje como o nome do arquivo:    "C:/Users/username/Documents" + DateTimeFormat(datetimetoday(),"%Y_%m_%d") + ".xlsx|||Sheet1"   Consulte o fluxo de trabalho em anexo para obter exemplos de como atualizar um arquivo do Excel e um arquivo CSV com a data de hoje. 
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Embora a ferramenta Junção seja uma das ferramentas mais usadas no Alteryx, ela também é uma das mais mal compreendidas. Isso é ainda mais verdadeiro se um usuário novo nunca tiver usado junções em qualquer outra plataforma de manipulação de dados ou se estiver unindo grandes tabelas e não estiver monitorando os registros dentro dos campos que estão sendo unidos.   Assim, vou passar por três diferentes casos que você pode encontrar de junção de duas tabelas por um campo em comum e o que esperar em seus resultados. O fluxo de trabalho que vou analisar (anexado neste artigo) é um fluxo de trabalho que criei na versão 10.5 e contém os mesmos elementos visuais ilustrados abaixo.   Caso nº 1: junção por campos em que ambos possuem registros exclusivos   Esse é o caso mais simples e mais fácil de entender. Nesse caso, estamos fazendo a junção pelos campos chamados “Fruit” nas duas entradas. A junção alinhará os registros das tabelas se os registros nos campos “Fruit” corresponderem.   Portanto, a tabela "unida" esperada (saída J) deve ficar assim:   Bastante simples   Caso nº 2: junção por campos em que apenas um possui registros exclusivos   Para esse caso, temos dois registros para "Banana" em nossa entrada à esquerda. Isso significa que o registro com “Banana” na entrada à direita fará correspondência duas vezes e será anexado aos dois registros da entrada à esquerda. Nossa saída deve ficar assim:     Caso nº 3: junção em campos em que ambos possuem registros não exclusivos Esse caso pode ser o mais difícil de entender, mas esperamos que após analisá-lo visualmente e matematicamente, você entenderá porque isso faz sentido e o que você pode fazer para evitar registros indesejados.   Nesse caso, temos dois registros em “Fruit” e ambos contêm “Banana” nas duas tabelas. Aqui acontece o mesmo que no caso acima, exceto que agora acontece duas vezes porque temos dois registros da entrada à direita que fazem correspondência com dois registros da entrada à esquerda. Então, nossa saída terá um total de 4 registros contendo a palavra "Banana".  A saída deve ficar assim:     Analisando matematicamente o Caso nº 3 e o Caso nº 2, você pode entender quantos registros obterá para cada instância de registro multiplicando a quantidade de registros que aparecem nas duas tabelas. No exemplo acima, já que estamos fazendo a junção em “Fruit” e vemos o registro Banana duas vezes nas duas tabelas, você pode pensar em 2 bananas x 2 bananas = 4 bananas.   Se adicionarmos outra linha na nossa entrada à direita, da seguinte forma:   Temos agora 3 x 2, então devemos esperar 6 combinações de registros com “Banana” no campo “Fruit”         Se você fez a junção de duas tabelas e obteve mais registros do que esperava, essa é causa mais provável do problema. Se alguém não entender os casos apresentados acima, isso poderia constranger qualquer banana (trocadilho intencional). Como práticas recomendadas, eu seguiria estes dois passos antes de unir quaisquer tabelas:   1 º : verifique se há registros duplicados nas suas tabelas. Para o caso acima, como temos três duplicatas na nossa entrada à direita, podemos utilizar a ferramenta Exclusivo e nos livrar delas. A saída será exatamente a mesma do Caso nº 2, já que existirá apenas um registro de “Banana” após a ferramenta Exclusivo.   2 º : verifique se fazer a junção por múltiplos campos é a opção mais apropriada. Exemplo: temos a Tabela 1 com dois registros contendo "Banana" em "Fruit" e dois registros contendo "X" em "Store ID", além do "FruitID" que é um identificador para cada fruta em "Fruit".  A Tabela 2 tem os mesmos campos “Fruit” e “Store ID”, mas agora temos um campo “Store employees” associado ao “Store ID”.                                                                     Tabela 1 Tabela 2   Queremos todos esses dados juntos para que tudo fique bem associado.  De forma ideal, deveríamos ter somente quatro registros saindo da nossa junção ao colocar os campos de funcionários da loja (Store employees) e ID da fruta (FruitID) em uma tabela. No entanto, se fizéssemos a junção usando apenas um campo em comum, seja ele "Store ID" ou "Fruit", obteríamos combinações e os dados não seriam alinhados corretamente. Veja abaixo.   Junção em “Fruit”   Nesse caso, obtemos dois registros em que nossos IDs de loja (StoreID) não correspondem.   Junção em “StoreID”   Nesse caso, obtemos dois registros em que nossas frutas (Fruit) não correspondem. Para corrigir isso, configuraremos nossa junção para fazer correspondência em ambos os campos Fruit e StoreID.     Após executar, a tabela "unida" deve ficar assim:   Ao fazer a junção usando múltiplos campos, garantimos que os registros de ambos os campos façam correspondência antes da junção. Uma maneira fácil de entender isso é imaginar que "Fruit" e "StoreID" estão sendo combinados. Agora, de repente, temos registros únicos porque temos Banana X e Banana Y como duas entidades exclusivas e nossa junção se torna uma junção de 1 registro x 1 registro.      
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Ler múltiplos arquivos com diferentes esquemas de campos   Este artigo faz parte da Série Desenvolvimento de Macros.   O objetivo dessa série é divulgar dicas, truques e o processo mental necessário para desenvolver macros de qualidade e dinâmicas.   A ferramenta Diretório pode ser muito poderosa quando se deseja ler múltiplos arquivos de uma pasta, seja em sua unidade local ou em um local de rede. Tendo a lista de caminhos de arquivos, é possível utilizar a ferramenta dinâmica ou criar uma macro de lote para ler todos esses arquivos.    A ferramenta Entrada dinâmica pode ser utilizada se todos os seus arquivos tiverem o mesmo esquema de campos.    Contudo, se o esquema de campos for diferente, você receberá os avisos abaixo ao utilizar a ferramenta Entrada dinâmica para ler os caminhos de arquivo completos.   Sendo assim, é possível criar uma macro de lote simples que pode ser utilizada repetidamente para importar vários arquivos de uma só vez.        Dentro da macro - o primeiro passo é criar seu fluxo de trabalho.   1) Arraste uma ferramenta Dados de entrada e selecione um dos arquivos que deseja ler. Neste exemplo, eu utilizo arquivos .xlsx, mas é possível escolher qualquer formato de arquivo que deseje ler, desde que esse formato seja o mesmo para todos os arquivos que estiver lendo.   2) Adicione um Parâmetro de controle acima da sua ferramenta Dados de entrada. Isso permite passar um caminho de arquivo por vez do lado de fora da sua macro. Não é necessário configurar essa ferramenta.   3) Arraste do "Q" da ferramenta Parâmetro de controle para o símbolo de raio da ferramenta Dados de Entrada. Isso adicionará uma ferramenta Ação. Na ferramenta Ação, destaque o caminho de arquivo na janela Configuração.   Agora, isso irá adicioná-lo à opção "Substituir uma cadeia de caracteres específica" na parte inferior da janela de Configuração. Isso significa simplesmente que o valor que você passar pelo seu Parâmetro de controle substituirá isso na ferramenta Dados de entrada.    4) Adicione uma Saída de macro à ferramenta Dados de entrada. Isso permitirá que os dados fluam para fora da macro e de volta para o fluxo de trabalho original.          Agora vá para Visualizar >> Interface Designer (ID) e clique no ícone de engrenagem no lado esquerdo da janela do ID.       No Modo de saída, altere a opção para:   - Configurar automaticamente por nome (aguardar todas as iterações serem executadas) - Configurar automaticamente por nome unirá os campos com os mesmos nomes   - Configurar automaticamente por posição (aguardar todas as iterações serem executadas) - Configurar automaticamente por posição unirá o campo 1 etc. aos campos de mesma posição para cada arquivo lido.       Isso eliminará os avisos que você estava recebendo com a Entrada dinâmica.    Inserir a macro em seu fluxo de trabalho   1) Arquivo >> Salvar como - Salve a macro em um local onde seja possível acessá-la. O Alteryx saberá que esse é um fluxo de trabalho de macro porque você adicionou um Parâmetro de controle, bem como uma Saída de macro.    2) Em uma nova tela, você pode clicar com o botão direito na tela >> Inserir >>> Macro.   3) Se estiver lendo em uma lista de arquivos, é possível utilizar a ferramenta Diretório para acessar a pasta contendo os arquivos.   4) Como este é um exemplo de xlsx, precisarei adicionar o nome da planilha para cada um dos arquivos. Se estiver lendo um tipo de arquivo diferente, não será necessário fazer esta etapa.   5) É possível então configurar o Parâmetro de controle e selecionar "Caminho completo".       Veja em anexo um exemplo de fluxo de trabalho (Versão 11.0) que você pode aproveitar como um modelo.    Se desejar criar uma macro de lote, nossa página de treinamento sob demanda contém um vídeo excelente: http://www.alteryx.com/on-demand-training   *Embora esta macro tenha sido testada, ela pode não funcionar em todas as situações. Deixe seu comentário, ficarei feliz em ajudar.   Cumprimentos,   Jordan Barker Representante de Assistência ao Cliente
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Uma das principais razões pelas quais as pessoas adoram o Alteryx é que ele pode ler um número enorme de diferentes fontes de dados.  Uma limitação é que não é possível ler um documento do Word ou PDF sem uma pequena ajuda de outra fonte.  Por que alguém desejaria fazer isso? Bem, um excelente exemplo seria analisar uma pasta cheia de currículos para pesquisar por um texto específico.  Por que o Alteryx não consegue lê-los de maneira nativa? Esses tipos de arquivo não são formatos de dados padrão, portanto, para lê-los, é preciso primeiro convertê-los em um arquivo de texto sem formatação.  Para a conversão, existe um programa gratuito de código aberto chamado DocToText. Esse programa pode ser executado na linha de comando para converter esses tipos de arquivo em texto sem formatação, os quais o Alteryx pode ler sem problemas. Eu anexei um exemplo a esta postagem.  Esse fluxo de trabalho utiliza uma ferramenta frequentemente subutilizada, a ferramenta Executar comando.  Com a ajuda dessa ferramenta, podemos ler uma lista de arquivos de uma pasta específica, processar as informações em algo que o DocToText possa usar e, em seguida, utilizar a ferramenta Executar comando para converter todos os arquivos para texto sem formatação para utilização posterior.  Incluí no anexo tudo o que você vai precisar (incluindo uma estrutura de pasta que funciona bem com o módulo).  Baixe e extraia o arquivo yxzp anexado, confira o módulo e conte-nos o que você acha! Este exemplo foi atualizado para a versão 10.0. Você observará que o pacote gerará alguns erros de dependência ao extraí-lo. Sem problemas, não haverá erro na execução. Um agradecimento especial a Maureen Wolfson pelo aplicativo base e sugestão! Até a próxima! ~ Chad Siga-me no Twitter! @AlteryxChad
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Pergunta Como posso criar uma junção cartesiana dos meus dados? Resposta Uma junção cartesiana, também conhecida como um produto cartesiano, é uma junção de cada linha de uma tabela a cada linha de outra tabela. Por exemplo, se a tabela A tiver 100 linhas e a tabela B tiver 1.000 linhas, a junção cartesiana dessas duas tabelas resultará em 100.000 linhas. Esse tipo de junção pode ser útil quando você precisar produzir um conjunto de dados contendo todas as combinações de duas ou mais tabelas. É possível continuar adicionando à junção acrescentando outras ferramentas Agrupar campos. Basta conectar a saída da primeira ferramenta Agrupar campos à âncora de destino (T, target) de uma segunda ferramenta Agrupar campos e conectar a terceira tabela à âncora de fonte (S, source) da segunda ferramenta Agrupar campos. Siga essa configuração para quantas tabelas forem necessárias.   No exemplo abaixo, um revendedor de automóveis precisava de uma lista de todas as combinações de modelos, cores externas, cores internas e pacotes de opcionais. A junção cartesiana das quatro tabelas ficaria assim:       As tabelas contêm os seguintes dados:                   Veja uma amostra dos resultados do fluxo de trabalho ilustrado acima:     Importante Por padrão, a ferramenta Agrupar campos é configurada para gerar um erro quando há mais de 16 agrupamentos, a fim de proteger o usuário da produção inadvertida de uma quantidade muito grande de registros. Se seus dados tiverem mais agrupamentos do que isso, é possível alterar essa configuração, como mostrado abaixo, para permitir todos os agrupamentos:     Esse fluxo de trabalho, criado na versão 10.6, está anexado.    Obrigado!
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O VLOOKUP é uma das funções mais utilizadas do Excel.  O VLOOKUP pega um valor de pesquisa e encontra esse valor na primeira coluna de um intervalo de pesquisa.  A sintaxe da função é completada especificando o número de coluna para retornar do intervalo.  Em outras palavras, o VLOOKUP é uma junção.  Uma coluna de dados é unida a um intervalo especificado para retornar um conjunto de valores desse intervalo.     Esta postagem tem dois objetivos: 1. Demonstrar como um VLOOKUP pode ser feito utilizando o Alteryx. 2. Demonstrar como fazer um VLOOKUP pode ser ainda mais fácil no Alteryx.    Para fins de argumentação, vamos supor que temos duas planilhas em um arquivo do Excel.  A planilha 1 contém uma lista mestra de dados de vendas.  Os dados são estes:       A planilha 2 contém uma lista selecionada de vendedores com nomes e sobrenomes:     Usando uma função VLOOKUP, queremos pegar a lista de vendedores, fazer a correspondência com os vendedores encontrados na planilha 1 e retornar os dados de vendas para cada vendedor.  Observe que nossa lista de vendedores da planilha 2 tem duas vendedoras chamadas "Angelina".  A planilha 1 tem várias pessoas chamadas "Angelina" e "Michael".  Usar somente o nome não retornará resultados confiáveis com o VLOOKUP.  Além disso, fazer a correspondência no sobrenome - ou até mesmo em uma concatenação de nome e sobrenome - tampouco é sempre confiável.  Existem muitos "Michael Thomas" no mundo e podem existir vários em seu intervalo de dados.  A melhor maneira de completar o nosso VLOOKUP é usar um identificador único para cada vendedor.  Mas, novamente, apenas para fins de argumentação, vamos supor que cada combinação de nome e sobrenome produza um nome/identificador único.    A primeira coisa que precisamos fazer é concatenar nome e sobrenome em um novo campo.     Faremos o mesmo com nossos dados na planilha 2.  Para que VLOOKUPs funcionem corretamente, os dados devem ser ordenados.  No nosso caso, ordenaremos a planilha 1 e a planilha 2 em ordem crescente de "Nome concatenado":     Agora estamos prontos para utilizar nossa função =VLOOKUP:     Funcionou! Vejamos como fazer a mesma coisa no Alteryx.  (Dica: existe mais de uma maneira de fazer isso).   Começaremos importando nossos dados das planilhas 1 e 2:       Assim como no exemplo do Excel, concatenaremos nome e sobrenome em um novo campo.  Para efeitos de clareza, vamos chamar o nome concatenado da planilha 1 de "Nome completo" e da planilha 2 de "Novo nome".  Faremos isso utilizando uma expressão da ferramenta Fórmula:         Por fim, vamos anexar uma ferramenta Encontrar e substituir, onde a planilha 2 é anexada à entrada "F" e a planilha 1 é anexada à "R".       A configuração para a ferramenta Encontrar e substituir fica assim:     Observe que "Sales" (vendas) é selecionado em "Agrupar campo(s) ao registro".  Ao executar o fluxo de trabalho, obtemos os dados de vendas por cada vendedor, exatamente como fizemos no Excel:      Mas existe uma maneira ainda mais simples de fazer um VLOOKUP no Alteryx! Basta unir as duas planilhas com uma ferramenta Junção.       Veja como a ferramenta Junção é configurada:     Unimos nossos dados por Nome e Sobrenome sem ter que concatenar os dois campos primeiro.  Além disso, selecionamos os dados de vendas que desejamos retornar na mesma ferramenta Junção.       O Alteryx tem uma vantagem sobre a função VLOOKUP do Excel.  Vamos supor que você deseja retornar Vendas e Oportunidades.  Com o Alteryx, isso pode ser feito com uma única Junção.  Com o Excel, precisaríamos fazer vários VLOOKUPs.
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